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6 de fev. de 2011

Presente histórico


Ganhei este lindo jogo de chá neste final de semana. Pertencia à bisavó do Humberto! Amei! Apesar da idade, as peças estão intactas. Bons tempos da Schmidt. Agora é encontrar um espaço bem legal na cristaleira para fazer jus ao presente.

31 de ago. de 2010

Porcelana quebra, né?

Eu poderia escrever 'porcelana quebra' com ar triste e infeliz de quem está perdendo joias pelo ralo. Mas muito pelo contrário! Depois de 10 anos de uso, meus pratos do dia a dia começaram a lascar nas laterais. Sei lá se é normal, se é culpa da máquina de lavar ou o que, só sei que já comecei a pensar nos novos...

Pretexto sim, mas questão de espaço também. Os armários de casa estão cheios e jurei que só compro algo novo por necessidade. É um jeito meio consciente de segurar o consumismo.

Enfim, meus pratos estão se esvaindo. Guardei um de recordação (porque eu tb tenho essa mania de guardar coisas na cristaleira)... e já comecei a separar imagens de louças para me inspirar. Quer uma recém-achada? Olha que graça!

12 de out. de 2009

Pratos de doces com estampa Anos 70

Impossível não se apaixonar por esses pratos com cara de Anos 70 que estão à venda na Maria Brigadeiro!



Dona Cleide, minha mãe (veja fotos dela aqui), iria me dizer que gosto de coisas velhas... Mas, sortuda, ela usou e abusou desse visual meio psicodélico, com flores grandes e corujas estampadas. Por educação e amor a ela, não publico aqui uma foto clássica de família em que ela está de camisola com estampa parecendo uma desses pratos aí, de bobe na cabeça, pendurando coisas na parede...

Mudando de mãe para porcelana, a dona Maria Brigadeiro manda avisar que só tem 500 peças e cada uma custa R$ 175. Presentão!

8 de mai. de 2009

Tiffany & Co.

Na falta do que fazer, fui passar vontade no site da Tiffany. Mas eu nunca tinha olhado as coisas para a casa... e agora minhas vontades triplicaram! Vou postar só uma fotinho. Depois faço um post decente com o que mais gostei.


Jogo de chá de cerejinhas

9 de mar. de 2009

Vem outono, vem!

Ai esse calor! Nunca ansiei tanto pelo Outono. Minha estação preferida sem dúvida. E veja que graça esse conjunto da Casa Almeida. Sob medida para mim, para a Cabana e para a nova estação que nunca demorou tanto para chegar!


1. Conjunto composto por bandeja vira-mesa, consomé, xícara de chá, prato, toalha de mesa, guardanapo e porta-copo.

2. Coleção casa Kitchen

3. Colcha patchwork

28 de ago. de 2008

Flores dentro de casa

Ter um jardim florido é delicioso e até fácil. A natureza se encarrega. Outro dia até brinquei com minha mãe e uma prima querida se teríamos de colocar flores artificiais dentro de casa... A Cabana fica fechada a maior parte dos dias e, claro, as plantas não sobrevivem.

Enfeites floridos podem ser uma saída. Recebi várias sugestões por e-mail ontem. E gostei bastante desses itens aqui:


Jogo delicado para florir o banheiro!
E em vermelho, o que é bem pouco
comum de encontrar no mercado.


Jarro florido, que pode muito bem
ir pro quarto e servir de enfeite
sobre o criado-mudo.



Os produtos são da loja virtual Laris, paixão pelo lar

19 de ago. de 2008

Vale tudo: cores e estilos diferentes à mesa

Há alguns anos, quando comecei a me interessar por casas de campo e restaurantes com estilo mais rústico, fui ao Santa Gula e percebi que eles não serviam os pratos em porcelanas iguais. Fiquei encantada com aquela idéia e passei a gastar algum tempo observando como os pratos eram servidos por aí. Também comemos com os olhos não é mesmo? E o Santa Gula sabe muito bem provocar esse sentido.

Esse jantar aconteceu há mais de cinco anos, quando filho e Cabana Bacana eram apenas sonhos de futuro. Louça, serviço de mesa e porcelana é uma paixão da minha mãe, que razoavelmente herdei ao vê-la comprar e se encantar nas lojas e, claro, no Louvre, com toda aquela coleção chinesa e do Oriente Médio. Aliás, quando ela entrou naqueles corredores meio escuros do museu, só sabia me perguntar por que não havia preço nas peças... Não duvido que ela cogitou comprar algum prato iraniano, provavelmente do século X ou XI, como esse aqui debaixo.


Antes de decidir a planta da casa, comecei comprando os pratos. Incrível pensar nisso hoje, mas é a mais pura verdade. Eu já tinha dez pratos embalados e guardados e nem sabia se conseguiria construir a Cabana. Isso porque fui levada para passear no outlet da Porcelana Schmidt, em Mauá (veja no site o endereço da fábrica, fica no mesmo lugar).

Claro que já conhecia de vista boa parte da coleção, mas o mais encantador é que eles vendem peças avulsas com pequenos defeitos de pratos rasos, de sobremesa, de sopa, xícaras de café, de chá, consumés, sopeiras, bules e tudo mais que produzem em todos os estilos. TODOS!

Como não encher o carrinho?

A única coisa que me preocupei em manter foi formato e desenho. Selecionei apenas pratos rasos e de sobremesa redondos e com motivos florais. Ah, também me dei ao luxo de repetir alguns modelos que gostava muito, caso quebrassem.

Comecei timidamente, separando pratos muito parecidos. Escolhi esses três modelos aqui:




Depois escolhi um prato de um jogo igual ao que minha avó usava (abaixo), com flores grandes estampadas na porcelana e bordas com relevo. Nessa primeira compra, foram 10 pratos (8 modelos diferentes).



Como os tons estavam muito pastéis, decidi que precisava colocar cor na seleção. Numa segunda ida à loja, parti para escolhas mais arrojadas. Comprei mais seis pratos rasos e uma dúzia de sobremesa.

Sem dó e para matar uma vontade, peguei esse verde com dourado!


E fui indo até parar em um de sobremesa deste modelo aqui!


Minha idéia não era exatamente original, mas hoje em dia me divirto muito em ver o pessoal em casa escolhendo e dizendo por que gosta mais de um ou de outro. Um verde claro com flores branquinhas é sempre o do João. O verdão com dourado é meu! Mas também gosto bastante de um com barrado em flores pretas, cor-de-rosa e prateado.

Homens e mulheres reparam e se divertem em comentar as estampas, os formatos. Alguns meticulosos talvez fiquem incomodados com a mesa desigual. Mas ser tudo desigual não deixa de ser uma regra, não é?